Os vocalistas: Freddie Mercury

Freddie Mercury, nome artístico de Farrokh Bulsara nascido em Zanzibar, hoje pertencente a Tanzânia, oeste da África em 5 de setembro de 1946, faleceu em Londres no dia 24 de novembro de 1991. Pra mim o vocalista da banda de rock britânica Queen é um dos melhores cantores de todos os tempos e uma das vozes mais conhecidas do mundo.
Meu primeiro contato com o rock tem muito do Queen, escutei muito e guardo vários dos seus álbuns em vinil. Freddie inovou e reinventou o show de Rock, com interação e participação massiça do público. Poderia ficar aqui teclando páginas e mais páginas sobre Freddie, não precisa, pois o bom roqueiro respeita e com certeza admira seu trabalho. Algumas curiosidades sobre ele. hoje, fazem 20 anos que ele partiu.
Freddie Mercury não sabia guiar automóveis.
Freddie tinha uma paixão peculiar por gatos.
Essa paixão era tão exagerada que, durante o intervalo de gravações do álbum Innuendo, ele apresentou uma música em homenagem a sua gata, Delilah. O problema é que o baterista, Roger Taylor, não gostou da música e saiu do estúdio, só voltando no dia seguinte. Mesmo assim, a música homônima ao felino foi gravada.
Estátua de Freddie Mercury em Montreux.
Seu maior sonho, musicalmente falando, era cantar ao lado de Montserrat Caballé, realizando-o em 1988, com o álbum Barcelona.
Freddie nunca se casou com Mary Austin, foram apenas namorados. Mesmo depois de terminarem, continuaram grandes amigos. Grande parte de sua herança foi destinada a ela.
Morreu no mesmo dia que o baterista da banda Kiss, Eric Carr.
Diz uma “lenda” que o Queen jamais viajava junto, de avião. Os quatro integrantes viajavam de dois em dois em aviões separados, pois, se o avião caísse, a banda poderia continuar com os outros dois integrantes.
John Deacon, baixista da banda, era muito próximo a Freddie, tendo dividido várias composições de sucesso com o cantor. Em homenagem ao amigo decidiu se retirar do mundo da música após o final do Queen.
Sua bebida preferida era champagne.
Era grande admirador de John Lennon.

Mustaine arriscando sua vida pelo rock

Frontman do Megadeth, Dave Mustaine arriscou danos permanentes ao tocar no concerto Big 4 no Yankee Stadium, com o Metallica, Anthrax e Slayer. “Eu estava em um hospital pela manhã, então terei de agendar uma cirurgia para depois do show,” o roqueiro disse à Rolling Stone. “Se eu me movesse naquela noite de forma errada, poderia ter ficado paralítico.” Felizmente, Mustaine conseguiu sair do show sem problemas.

Geoff Tate e o vinho Insania

Geoff Tate vocal da banda Queensryche é outro que tem bom gosto e aprecia um bom vinho. Só que o cara foi mais longe, em parceria com a Julio’s Liquors, está lançando sua assinatura em vinhos. Dia 25 de outubro será a degustação e assinatura do vinha Insania. Quem quiser adquirir o mesmo num pré lançamento e assistir a um pequeno acústico nesta data corra, pois será limitada a quantidade de pessoas no evento.
Julio’s Liquors
140 Turnpike Rd., Rt, 9E
Westborough, MA 01581

http://www.JuliosLiquors.com

Insania (a palavra latina que significa insanidade, irracionalidade, loucura) tornou-se um trabalho de amor para Tate, que continua profundamente envolvido com o seu desenvolvimento e aguarda com expectativa a colaborações com mais três Winery Rivers no futuro.

“O vinho tem sido uma parte importante da minha vida e da criação de Insania é mais uma avenida para expressar minha criatividade e dar o meu algo mais fãs possam desfrutar”, afirmou Geoff. “Espero manter a produção de vinho enquanto eu gosto de beber … e isso é provavelmente vai ser por um tempo muito longo.”

Novo álbum do Queensrÿche, “Dedicated To Chaos”, foi lançado em 28 de junho na América do Norte através de registros Loud & Proud, a Roadrunner Records marca enfocando artistas estabelecidos.

Só vocal (Iron Maiden – Run to the Hills)

Uma semana sem postar aqui, matando um leão por dia, e pra descansar carregava um piano de cauda pendurado no pescoço. Como diria Rob Halford, uma semana de HEAVY DUTY. Mas o metal sempre na cabeça, mesmo que correndo de lá pra cá, alguma música sempre ficava ecoando na cabeça. Na verdade quando eu fico mentalizando uma música, tem algumas músicas que tem o vocal muito marcante, esses sons parecem ficar ecoando e não saem da cabeça. Então que tal dar uma escutada nos vocais de uma música, que tem um vocal muito bem trabalho. Bem, a canção “Run to the Hills”, fala sobre a expulsão forçada dos nativos americanos para o Oeste dos Estados Unidos presumivelmente durante a presidência de Andrew Jackson, quando as expulsões foram conduzidas pelo Exército dos Estados Unidos. Também é possível que a canção seja sobre as Guerras Sioux, quando a terra de Lakota, nas Dakotas, foram tomadas à força pelo Exército dos EUA. A canção foi escrita por Steve Harris, baixista e fundador da banda.

RUN TO THE HILLS
White man came across the sea
He brought us pain and misery
He killed our tribes, he killed our creed
He took our game for his own need
We fought him hard we fought him well
Out on the plains we gave him hell
But many came too much for Cree
Oh will we ever be set free?
Riding through dust clouds and barren wastes
Galloping hard on the plains
Chasing the redskins back to their holes
Fighting them at their own game
Murder for freedom a stab in the back
Women and children and cowards attack
Run to the hills, run for your lives
Run to the hills, run for your lives
Soldier blue in the barren wastes
Hunting and killing their game
Raping the women and wasting the men
The only good Indians are tame
Selling them whiskey and taking their gold
Enslaving the young and destroying the old
Run to the hills, run for your lives 

Os vocalistas: Peter Gabriel

Você conhece a música ou um pouco da carreira musical desse vocalista, que ficou mais conhecido como o vocalista do Genesis ? Não, pois deveria. O vídeo abaixo é um dos sucessos da carreira solo de Gabriel. É um vídeo humanitário sobre Steve Biko, na sua luta contra a aparteit. Não vou dizer mais nada, aproveite os vídeos abaixo e conheça um pouco mais da carreira solo de Peter Gabriel.


Abaixo a letra de Biko.


Setembro de 1977
Clima agradável no Porto Elizabeth
A rotina era a mesma
Na sala policial 619


Oh, Biko, Biko, Por que Biko?
Oh, Biko, Biko, Por que Biko?
Yihla Moja, Yihla Moja – O homem está morto.


Quando tento dormir à noite
Meus sonhos são vermelhos
Lá fora o mundo é negro e branco
Com apenas uma cor morta.


Oh, Biko, Biko, Por que Biko?
Oh, Biko, Biko, Por que Biko?
Yihla Moja, Yihla Moja – O homem está morto.


Tu podes assoprar uma chama
Mas não podes fazê-lo com uma fogueira
Uma vez que as fagulhas incendeiam algo
O vento as tornará maiores.
Oh, Biko, Biko, Por que Biko?


Yihla Moja, Yihla Moja – O homem está morto.
E os olhos do mundo agora estão vigilantes.





Abaixo, a balada Solsbury Hill.


Os vocalistas: Ian Gillan

Seu apelido mais famoso é Silver Voice, “Voz de Prata”. Existem sobre ele as tais das lendas que, ele usava calças apertadas para potencializar os gritos de “Child in Time”, e que cantava nu em estúdio, durante as gravações, para se sentir à vontade. Abaixo Child in Time, a atuação do vocalista Ian Gillan nessa canção é emblemática, demonstrando por que ele foi (e ainda é) uma das maiores vozes roqueiras de todos os tempos. E Perfect Strangers, música que dá nome ao décimo primeiro álbum do Deep Purple, lançado em 1984.

Através do convite de Jon Lord e Ritchie Blackmore, Ian Gillan veio para o Deep Purple em 1969 para substituir Rod Evans como vocalista. Isso ocorreu após os dois terem visto uma de suas apresentações na banda Episode Six.
Ficou no Purple até 1973, em uma das fases mais aclamadas da banda, participando dos álbuns In Rock, Fireball, Machine Head e Who Do We Think We Are. Participou também da opera rock Jesus Christ Superstar, onde gravou a voz de Jesus Cristo, isso no ano de 1972.

Ian Gillan é considerado um dos melhores vocalistas do mundo na década de 70.

Ritchie Blackmore, durante a entrada de Gillan no Deep Purple, classificou seu vocal como gritos profundos com uma pegada de blues“.

Gillan também cantou no Black Sabbath, gravando o disco Born Again, além de ter tido uma bem-sucedida carreira solo nas bandas Gillan e Ian Gillan Band.

Me lembro de assistir a um show do Deep Purple, onde Gillan pede desculpas por não chegar mais nos tons de sua voz em Child in Time. É som conferir e relembrar esse vocalista nos vídeos abaixo.

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